Olhe na janela agora
Nem tudo é rosa
Nem tudo é cinza
Nem tudo é como você quer ver
Mas você sabe que há algo de bom
Perdido em algum lugar
Escondido em algum canto
Fora das nossas vistas
Fora do alcance do nosso olhar
Mas que está tão perto
Muito perto
Dos nossos corações
Olhe na janela agora
Veja tudo
E não veja nada
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O vão do mundo
Se tudo fosse do jeito que era pra ser
Quem sabe se ainda teria graça?
Ter tudo (ou não ter nada)
Pode ser desejável
Até mesmo utópico,
Mas não passa de irreal.
E na busca incessante pelo irreal,
Pelo ideal, pelo inalcançável
Esquece-se de buscar o real,
O errado e o palpável.
Esquece-se o que dá graça pra tudo,
Pra vida, pro mundo.
Então só desejo cair no vão
Entre dois universos tão distantes
E tão próximos.
Porque, se não dessa maneira,
Quem sabe se teria graça a vida
Ou se teria graça o mundo?
Quem sabe se ainda teria graça?
Ter tudo (ou não ter nada)
Pode ser desejável
Até mesmo utópico,
Mas não passa de irreal.
E na busca incessante pelo irreal,
Pelo ideal, pelo inalcançável
Esquece-se de buscar o real,
O errado e o palpável.
Esquece-se o que dá graça pra tudo,
Pra vida, pro mundo.
Então só desejo cair no vão
Entre dois universos tão distantes
E tão próximos.
Porque, se não dessa maneira,
Quem sabe se teria graça a vida
Ou se teria graça o mundo?
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